quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Quer escrever melhor e ler mais?

Essa é a hora! venha fazer parte do curso "Aprendendo a Aprender: uma proposta de capacitação em leitura e produção textual". Você fica apto a manipular diferentes conteúdos textuais e interpletações em situaçoes frequentes de seu universo acadêmico.
O curso vai acontecer em dois módulos,sendo que o primeiro acontecerá no periodo de 26 de outubro a 4 de novembro, no Salão de Atos da Faculdade Seama. as aulas serão diversificadas, com exposições, diálogos, apostilas e materiais audiovisuais, ministrada pelas docentes Anésia Pontes e Ana Lidia Dias Alves.
As inscrições devem ser feitas na Central de Atendimento ao Aluno (CAA) gratuitamente até o dia 24/10, sendo cobrado o valor de R$ 10 pelo certificado. E fique atento para o inicio do segundo módulo.
Postado por: Seamacom

terça-feira, 13 de outubro de 2009



II Gincana Solidária da Comunidade Seama

Vem aí a segunda edição da Gincana Solidária da Cominidade Seama entre os dias 05 a 22 de outubro. Essa é a hora de mostrar o compromisso com a justiça social e o espirito de solidariedade. A campanha é organizada pelas professoras Ivanete Almeida Gomes e Jocivânia Oliveira da Silva.
A ação tem como objetivo principal despertar o espirito de soliedariedade nos profissionais e alunos do Colégio e Faculdade Seama para que contribuam em ações sociais através de atividades voluntária voltadas para instituições que cuidam de crianças carentes. A mesma consiste em arrecadar alimentos com o apoio dos colaboradores e dicentes da IES, para a Associação Educacional Irmã Marisa Nicolodi.
Participe, faça sua doação. Os alimentos podem ser entregues na recepção da Faculdade Seama, horário: 08 às 12 e 14 às 21 horas. Lembrem-se, cada quilo de alimento doado representa uma criança feliz.
Itens da cesta básica:
1.1. Kg de arroz;
2.1. kg de feijão;
3.1. Kg de açucar;
4.1. Kg de farinha de mandioca
5. uma lata de oléo pequena
6. um pacote de 250g de leite em pó
7. um pacote 250g de café
8. um pacote grande de bolacha salgada;
9. um pacote grnade de bolacha doce
10. um pacote de macarrão
Sobre a Associação
A casa desenvolve um trabalho missionário com cerca de cem crianças de Macapá e Santana que se encontram em situação de risco pessoal e social. Elas recebem alojamento, roupas, além de conceitos éticos e morais que possibilitem uma maior integração social dessas crianças quando do retorno para a sociedade.
Postada pela Agência Escola SeamaCom

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

II Congresso de Comunicação da Faculdade Seama

Olá, pessoal!
Vem aí o II Congresso de Comunicação promovido pela Faculdade Seama nos dias 9 a 13 de novembro. Estarão presentes na ocasião quatorze palestrantes renomados, dispostos a fazer um intercâmbio de conhecimentos e experiências com os participantes. A programação incluirá palestras, apresentações de trabalhos acadêmicos, discussões sobre o papel do jornalista e do publicitário no mundo globalizado, como funciona a rotina de trabalho, situação do mercado de trabalho, dentre outros assuntos.
A abertura acontecerá na segunda-feira (9) às 18h30 com o jornalista e escritor Ricardo Noblat e encerrará às 23h.

Na terça-feira (1
0) acontecerá a palestra do jornalista Francisco Ornellas, Aleco Mendes (assessor de imprensa do Sport Club Internacional) e Jorge Avancini (vice-presidente de marketing do Sport Club Internacional).
Na quarta-feira (11) estarão presentes Philippe Bertrand (diretor de planejamento da agência de Publicidade DM9ddb), Roberto Toledo (jornalista informativo), José Rosa Filho (cartunista, ilustrador e escritor) e Karina Peixoto de Lima (publicitária).
Na quinta-feira (12) haverá a participação de Felipe Penna (psicólogo e jornalista) e Lula Vieira (publicitário).
No dia de encerramento (13) haverá a palestra de Bruno Paes Manso (repórter de O Estado de São Paulo), Phillipe Daou Júnior (jornalista) e Ronedo Ferreira (Tecnologia de Informação e novas mídias).
O evento será de grande valia para os acadêmicos de Comunicação e profissionais da área, pois será uma oportunidade de aprender com profissionais experientes e com muito conhecimento para repassar. Além disso, haverá a entrega de certificado com 50h de carga horária. Contamos com a presença de todos.
As inscrições estão abertas!
Para fazer a inscrição procure a Central de Atendimento ao Aluno da Faculdade Seama.


Escrito por: Agência Escola SeamaCom

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Até a onde vamos parar?

A violência tomou conta do país, isso é fato! Vivemos numa verdadeira guerra civil. Nas cinco regiões brasileiras, em todas as classes houve perdas. Em alguns casos a justiça foi feita e em outros a impunidade falou mas alto! Dois grandes exemplos de impunidade foi a chacina da Candelária, que foi o assassinato de crianças que moravam no centro do Rio de Janeiro. Os culpados não houve! Só existem suspeitas! A cidade maravilhosa também foi palco de outra injustiça, moradores inocentes da favela do Vigário Geral, foram assassinados por policiais. Este crime ficou conhecido como chacina do Vigário Geral.
As duas chacinas ocorreram no mesmo ano "1993". Dezesseis anos depois nada foi resolvido. Mas não foi só as classes mas humildes que sofreram com crimes de grande proporção. No ano de 2002 a sociedade brasileira ficou chocada quando soube que Suzanne Von Richtofen mandou matar seus próprios pais. Alem desses casos todos os dias somos bombardeados pela grande mídia, com corrupção em Brasília, sequestros relâmpagos em São Paulo, tráfico de drogas e armas, e sem esquecer dos inúmeros casos de violência doméstica e na zona rural.
As causas da violência está tão empregnada na nossa sociedade que só há um motivo para tanta violência generalizada, "Por que eu vou respeitar a lei se o mau exemplo vem de cima!" Bom nós que fazemos parte dessa sociedade só sabemos de uma coisa, os inocentes serão o efeito colateral de tanta violência inútil.
Escrito por: Ivan S. Gonçalves - 4JRN

segunda-feira, 20 de julho de 2009

APES

Vinte anos da APES (Associação Amapaense de Escritores) a única entidade do estado que trabalha para desenvolver a literatura Amapaense. O Presidente da associação é o maranhense Paulo Tarso Barros que nessa entrevista irá entrar em detalhes sobre as dificuldades da APES. Natural de Vitória do Mearim, Paulo Tarso residir em Macapá desde 1979. Na véspera de completar os seus quarenta e oito anos, e com uma vida cheia de grandes congratulações, Paulo Tarso sempre trouxe para si grandes responsabilidades:

Ivan Gonçalves – Como membro e Presidente da Associação, qual a maior batalha travada pela APES?
Paulo Tarso Barros – O maior obstáculo que agente tem é encontrar uma forma de publicar os livros, e a de impressão, por que não temos editoras e muitos escritores terminam suas obras e não tem como imprimir os seus livros. Imprimir e publicar o livro, divulgar o seu trabalho e como é um custo muito alto, muitos têm problemas, enfrentando esse tipo de dificuldade para publicar os livros, é o nosso maior problema que nós temos aqui, nossa maior batalha!

Ivan Gonçalves – Qual é a relação entre a entidade e o governo do Amapá?
Paulo Tarso Barros – Geralmente, o governo patrocina a maioria das obras aqui. É quando o nosso autor tem autonomia financeira ele mesmo banca seus livros. O que tem acontecido muito ultimamente é que a maioria é profissional liberal, funcionário público, mas graduado, então eles mesmos patrocinam suas obras. Hoje está, mas fácil, por que muitos autores são juízes, promotores, professores e tivemos alguns que eram empresários e então eles mesmos patrocinavam suas obras.

Ivan Gonçalves – Qual o Número de Associados?
Paulo Tarso Barros – Atualmente, temos cerca de noventa Associados, agora que participam efetivamente são poucos. Você sabe que o trabalho do escritor é um trabalho muito solitário, são pessoas que trabalham individualmente. Na militância mesmo da nossa associação, são cerca de entre 8 a 10 pessoas que participam efetivamente dos eventos.

Ivan Gonçalves – Existem projetos para incentivar a leitura e a escrita nas escolas?
Paulo Tarso Barros – Sim, as escolas têm os seus projetos de leitura e sempre nos convidam para participar de mesas redondas, debates e fóruns. Principalmente as faculdades de letras, artes e pedagogia que nos últimos cinco anos trabalharam muito a literatura do Amapá. E os escritores são muito convidados, há um fluxo muito grande de pessoas na biblioteca pública, procurando informações sobre a literatura e história do Amapá.

Ivan Gonçalves – Esses eventos não é APES que promove?
Paulo Tarso Barros – Geralmente somos convidados, por que nós não temos estrutura, não temos uma sede, que é uma das lutas, estamos também tentando conseguir um local de reunião. O nosso local de reuniões é na biblioteca pública e estamos tentando conseguir um espaço na biblioteca para abrigar não só a APES, mas outras instituições culturais também.

Ivan Gonçalves – O que falta para a APES realmente cumprir o seu papel?
Paulo Tarso Barros – No caso agente precisa de uma sede, precisa da efetiva participação dos Associados. Agente sabe que não é só uma batalha do Amapá, mas do Brasil todo, tentando convencer o escritor “como te falei, o escritor trabalha muito individualmente” então agente só consegue as coisas em equipe, só é muito difícil conseguir as coisas, para se fortalecer precisamos de, mas união dos escritores.

Ivan Gonçalves – O papel da APES em relação a todo território nacional?
Paulo Tarso Barros – Nós mantemos intercâmbio principalmente com o pessoal do Pará, nosso estado vizinho, temos muita participação principalmente na feira Pan – Amazônica do livro. Temos intercâmbio com Roraima e alguns do Maranhão, agente tenta expandir isso também para outros estados, como é o caso de Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul. Tentamos intercâmbio com esses estados para que a literatura não fique restrita somente ao Amapá. E o nosso site www.escritoresap.blogspot.com o nosso point, a nossa vitrine, colocamos informações referentes a lançamentos de livros no estado do Amapá, não só de livros, mas eventos culturais, artísticos, concursos literários e até cinema.

Ivan Gonçalves – Quer deixar uma mensagem para sociedade Amapaense?
Paulo Tarso Barros – A mensagem que nos deixamos sempre nas escolas para os estudantes é o incentivo a leitura, o hábito da leitura como forma de crescimento e ascensão profissional e até mesmo social. A APES comenta muito o estudo, a pesquisa, por que é primordial para o Amapá e para o Brasil inteiro.

Escrito por: Ivan Gonçalves

sexta-feira, 3 de julho de 2009

BOLSA DE MESTRADO PARA FORMAÇÃO DE ROTEIRISTAS

Bolsa para realização de Master of Fine Arts (MFA) em Produção Cinematográfica – Formação de Roteiristas Mais informações: mfa@fulbright.org.br ou cgci@capes.gov.br

Inscrições abertas até 31 de julho de 2009.

O Programa de bolsa de estudos nos EUA para realização de Master of Fine Arts (MFA), com vistas à formação de roteiristas, faz parte de uma iniciativa inédita da Comissão Fulbright e da CAPES com o objetivo de complementar a formação de jovens profissionais talentosos, que atuem na área de produção cinematográfica no país.

O apoio ao Master of Fine Arts (MFA) nos EUA se deve à sua particularidade no cenário acadêmico da área de audiovisual. O MFA é uma modalidade de pós-graduação específica da área de cinema e audiovisual que não encontra similar no Brasil e, ao contrário da maior parte dos mestrados nos EUA, confere ao portador o grau máximo de formação acadêmica nas diversas áreas de especialização em realização artística em cinema e audiovisual.

O programa prevê a concessão de até duas bolsas por ano, com os seguintes benefícios:

- Passagem ida e volta;
- Seguro saúde;
- Pagamento de taxas escolares; e
- Bolsa mensal de manutenção.

A data limite para envio de candidaturas é até 31 de julho de 2009.

Postado por: Mila Ramos

terça-feira, 23 de junho de 2009

É LOGO MAIS !

Oi pessoal da comunicação,
Daqui a pouco, as 19:00hs, no mezanino da biblioteca da Faculdade Seama, vai rolar o I Seminário de Comunicação Integrada.
Se eu fosse você não ficava de fora.

Vamos debater assuntos de interesse das três áreas de atuação dos profissionais de Comunicação Social.

até mais tarde...

Postado por: Clay Sam-5jrn



Esperamos você por lá.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ALÔ GALERA DA COMUNICAÇÃO !!!!!


Acadêmicos debatem sobre o papel dos profissionais na Assessoria de Comunicação

Nesta terça-feira, dia 23, as 19:00hs, no salão de atos da Faculdade Seama vai rolar o I SEMINÁRIO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA, promovido pela turma do 5º. Semestre de Jornalismo.
Com o tema “Quem é quem na Assessoria de Comunicação?”, os acadêmicos pretendem desvendar as funções exercidas pelos profissionais que trabalham numa ASCOM, e qual a importância desse setor numa empresa, instituição, órgãos públicos e não governamentais, e personalidades públicas.

Na mesa redonda estarão profissionais de assessorias de comunicação de empresas que atuam no Estado, do setor público terá a assessora de comunicação da Embrapa/AP, Dulcivânia Freitas, já do setor privado estará o assessor da Anglo Fest, Paulo Oliveira. E representando a Organização Não-Governamental, assessor de comunicação do Instituto Terra, Sérgio Cunha.
Além da mesa redonda, o seminário terá apresentações de painéis das Agências Maxmídia, Elo Comunicação e Eventos e Inove Comunicação.

Programação do Seminário
18:30h: Credenciamento
19:20h: Início com a apresentação do Evento
19:35h: Mesa Redonda
20:40h: Intervalo técnico
20:50h: Apresentação dos Painéis;
21:50h: Encerramento

Por: Clay Sam - 5jrn


Por que o bacharelado em Jornalismo ainda é imprescindível para a sociedade?
Por Ismar Capistrano C. Filho (Ce1063JP)*
O julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre o Recurso Extraordinário 511961, na quarta, 17 de junho de 2009, mostrou-se completamente equivocado não só em sua sentença, mas nos argumentos tanto dos defensores quanto dos opositores à exigência legal do diploma de bacharelado para o exercício do Jornalismo.
O que caracteriza como perícia da atividade jornalística não é tão somente a conduta moral, ética e honesta do relato verídico dos fatos. Não há curso superior que possa garantir essa qualidade que deve compor a idoneidade humana. Até os referenciais para tal julgamento são, em determinadas situações, confusos dado que pode haver diversas versões sobre uma realidade. A missão do jornalismo é, sobretudo, reconstruir essa multiplicidade de significados, dando vozes para os diferentes atores sociais por meio de um constante processo de checagem dos fatos.
Todavia, não se pode aceitar que essa dificuldade justifique a produção de notícias baseadas numa supra-realidade que, muitas vezes, atende a exclusos interesses políticos, econômicos e culturais dos grupos controladores dos meios de comunicação. Mas infelizmente, essa situação é fato e, na maioria das vezes, os jornalistas pouco podem fazer contra essa circunstância porque, mesmo sendo um serviço imprescindível para a vida democrática, a produção jornalística está predominantemente submetida à lógica empresarial das indústrias culturais.
Duas éticas se confrontam nas redações: de lado, o interesse público, defendido pelos jornalistas, e de outro o particular dos empresários, comprometidos com a gestão, a sustentabilidade, a audiência e o lucro do negócio. Nesse contexto, restam três saídas para a ética jornalística: as brechas, as fissuras e os embates. As primeiras são as notícias que não estão submetidas aos interesses editoriais das instituições, permitindo uma autonomia de atuação para esses profissionais.
Já as fissuras são os espaços não vigiados que possibilitam a subversão da política editorial. No embate, a ética dos jornalistas possui um trunfo: a credibilidade de reconstruir a diversidade equânime do real é, sem dúvida, o maior patrimônio de qualquer instituição jornalística. Publicar notícias que distorcem voluntariamente à realidade em benefício do jogo de interesses pode comprometer o principal capital cultural dessas empresas, mesmo sendo, em muitos casos, sua principal rentabilidade.
Assim, o jornalista deve posicionar-se constantemente de maneira crítica nas redações, questionando, resistindo e negociando a reconstrução da realidade apresentada por esses veículos. Sua ética torna-se uma postura de constante confronto. Jornalista conformado e acomodado em veículos comerciais é indício de subserviência à ética empresarial. Desta maneira, a perícia principal do jornalismo é a seleção dos fatos atuais de relevância pública para a difusão coletiva. Para isso, o profissional precisa de uma profunda formação humanística baseada na compreensão do que seja o público, o convívio social, a diversidade cultural e as relações democráticas.
O jornalista atua como fomentador do debate público, essencial para as decisões partilhadas. Além dessa formação ampla, o jornalista necessita também de uma capacitação técnica específica para produzir notícias adequadas às características dos veículos e dos receptores. Deve buscar superar a defasagem entre a transmissão e a recepção, através de iniciativas colaborativas e participativas na produção noticiosa.
Por isso, o bacharelado é um curso imprescindível para a formação dos jornalistas dado que é a única graduação que permite um conhecimento, ao mesmo tempo, amplo e focado sobre um campo. Lamentavelmente, nada disso foi discutido no Supremo. Os votos e argumentos da defesa e acusação, em nada, abordaram a missão pública do jornalismo, suas dificuldades, sua ética, sua perícia e sua técnica.
Limitaram-se a discussões sobre a livre iniciativa de mercado para o exercício das profissões, a liberdade de expressão como um direito de foro íntimo (e não público) e à moralidade particular do testemunho da realidade. A regulamentação do jornalismo passa agora mais do que nunca para o âmbito das lutas sociais pela democratização da comunicação.
* Professor universitário dos cursos de Jornalismo da UFC, Fa7 e Fanor. Jornalista e assessor de comunicação.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Cinema Com Pirão

Olá Pessoas Pessoas da Comunicação!

Amanhã, dia 19, na UEAP " Cinema com Pirão' com exibições de filmes de realizadores amapaenses ,
em comemoração ao dia do Cinema.

A exibição será das 19 ás 22 horas.


Mais informações: 3244 15 27 - 8131 4766 - 99766792 .






Postado por:Mila Ramos http://porumnovojornalismo.wordpress.com

STF derruba exigência do diploma para o exercício do Jornalismo

Em julgamento realizado nesta quarta-feira (17/06), o Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. Neste julgamento histórico, o STF pôs fim a uma conquista de 40 anos dos jornalistas e da sociedade brasileira, tornando não obrigatória a exigência de diploma para exercício da profissão. A executiva da FENAJ se reúne nesta quinta-feira para avaliar o resultado e traçar novas estratégias da luta pela qualificação do Jornalismo.

Representantes da FENAJ e dos Sindicatos dos Jornalistas do RS, PR, SP, MG, Município do RJ, CE e AM acompanharam a sessão em Brasília. O presidente da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação sobre a revisão das diretrizes curriculares, José Marques de Melo, também esteve presente. Do lado de fora do prédio - onde desta vez não foram colocadas grades - houve uma manifestação silenciosa. Em diversos estados realizaram-se atos públicos e vigílias.

Às 15h29 desta quarta-feira o presidente do STF e relator do Recurso Extraordinário RE 511961, ministro Gilmar Mendes, apresentou o conteúdo do processo encaminhado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo e Ministério Público Federal contra a União e tendo a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo como partes interessadas. Após a manifestação dos representantes do Sindicato patronal e da Procuradoria Geral da República contra o diploma, e dos representantes das entidades dos trabalhadores (FENAJ e SJSP) e da Advocacia Geral da União, houve um intervalo.

No reinício dos trabalhos em plenário, às 17h05, o ministro Gilmar Mendes apresentou seu relatório e voto pela inconstitucionalidade da exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. Em determinado trecho, ele mencionou as atividades de culinária e corte e costura, para as quais não é exigido diploma. Dos 9 ministros presentes, sete acompanharam o voto do relator. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à manutenção do diploma.

“O relatório do ministro Gilmar Mendes é uma expressão das posições patronais e entrega às empresas de comunicação a definição do acesso à profissão de jornalista”, reagiu o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade. “Este é um duro golpe à qualidade da informação jornalística e à organização de nossa categoria, mas nem o jornalismo nem o nosso movimento sindical vão acabar, pois temos muito a fazer em defesa do direito da sociedade à informação”, complementou, informando que a executiva da FENAJ reúne-se nesta quinta-feira, às 13 horas, para traçar novas estratégias de luta.

Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e integrante da coordenação da Campanha em Defesa do Diploma, também considerou a decisão do STF um retrocesso. “Mas mesmo na ditadura demos mostras de resistência. Perdemos uma batalha, mas a luta pela qualidade da informação continua”, disse. Ela lembra que, nas diversas atividades da campanha nas ruas as pessoas manifestavam surpresa e indignação com o questionamento da exigência do diploma para o exercício da profissão. “A sociedade já disse, inclusive em pesquisas, que o diploma é necessário, só o STF não reconheceu isso”, proclamou.

Além de prosseguir com o movimento pela qualificação da formação em jornalismo, a luta pela democratização da comunicação, por atualizações da regulamentação profissional dos jornalistas e mesmo em defesa do diploma serão intensificadas.



retirado de: http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2644



Deixe seu comentário sobre essa decisão.

Postado Por: Mila Ramos http://porumnovojornalismo.wordpress.com

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Diminuir o Sofrimento Humano

Sábado (06/06) no bairro Congós, na Avenida Claudomiro de Moraes (Próximo ao Juizado Especial Sul) na escola Mário Quirino, ocorreu à campanha Paz na Família. Quem tem o objetivo de alertar a população para denunciar crimes de violência doméstica, nas suas diversas situações. Ensinando assim a sociedade a identificar crimes dessa envergadura. A campanha é um projeto do Ministério Público do Estado do Amapá e que tem o apoio dos órgãos de proteção à mulher, dos movimentos sociais e das faculdades Seama, IMMES e Famap.
A primeira ação prática aconteceu no próprio Ministério Público numa sexta-feira no mês passado (08/05), esta é a segunda e haverá palestras e apresentação teatral também no dia 20 de junho. Devido o alto número de violência doméstica no bairro Congós, as autoridades competentes resolveram começar a campanha por onde o problema é maior. Depois do Congós o bairro que apresentou um número elevado de violência doméstica foi o Novo Horizonte. Então os trabalhos de prevenção serão alternados entre esses dois bairros.

Atenção para as próximas ações: Dia 08 e 22 de agosto, na Escola Estadual Rivanda Nazaré da Silva Guimarães, na Rua Cícero Marques de Souza, número 2874, no bairro Novo Horizonte, a partir das 17h30min e vai ter também Palestras e Apresentação Teatral. Dia 12 de setembro, a campanha vai voltar para a Escola Mário Quirino, só que dessa vez vai ser só atendimento multidisciplinar e tudo a partir das 15h00min. E para finalizar a campanha Paz na família, Dia 26 de setembro a Escola Estadual Cícero Marques de Souza no Novo Horizonte vai fazer um atendimento multidisciplinar, tudo a partir das 15h00min.
As autoridades públicas estão fazendo a sua parte cabe a sociedade Macapaense fiscalizar, se informar e combater crimes como estes. Tem que começar nas famílias o amor pelo próximo, para que no futuro tenhamos uma sociedade, mas dócil.

Escrito por: Ivan Gonçalves - 3JRT